segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Filme Obrigado por fumar x Propaganda Parte 1


A atividade conhecida como lobby é legal nos Estados Unidos, mas proibida em diversas partes do mundo (como no Brasil). Ela consiste em tentar influenciar políticas de governo em favor das empresas.
É dos dilemas éticos dessa atividade que trata o filme Obrigado por fumar. O roteiro procura mostrar como age um lobista da indústria do cigarro

Na democracia do consumo, afinal, ninguém força ninguém a comprar nada.

O filme é bom porque respeita a inteligência do espectador ao mostrar as engrenagens da indústria da manipulação pública e o jogo escancarado do loby profissional nos States.

O personagem principal é o lobista Nick Naylor, um sujeito que dá nó até em pingo dágua. Afinal, alguém tem que fazer esse trabalho. Até mesmo um assassino de crianças merece uma defesa competente, pelo menos é o que garante a Constituição e se você consegue vender cigarros, bem, então você basicamente vai conseguir vender qualquer coisa. O cara é um ás da retórica. Enche linguiça, inventa dados, faz jogo duplo e dá estocadas certeiras nos seus adversários.

Qualquer ponto de vista, por mais sórdido e imundo que seja, pode ser defendido com competência. O que está em jogo, no final, não é a moralidade da questão, mas a habilidade dos argumentadores.

Por essas e por outras vale a pena conferir "Obrigado por fumar." Os fumantes vão sair do cinema com um sorrisinho indisfarçável no canto da boca. Afinal, todo mundo merece uma defesa justa.

Filme Obrigado por fumar x Propaganda parte 2

Assim podemos comparar a propaganda dos tempos modernos com esse filme. Percebemos que a argumentacao e a forma como transmitimos algo é muito importante.

Na propaganda não difere, nela temos que transmitir transparencia , veracidade. Muitas das vezes nao vendemos um produto e sim um conceito, uma ideia, e é exatamente nessa hora que os publicitarios tem que tomar cuidado, pois a mentira andando muito perto da ma informacao. Uma propaganda mal informada pode levar a ser considerada uma propaganda mentirosa.

Na publicidade nao faça como falei acima ,não encha linguiça,não invente dados,não faça jogo duplo e não de estocadas certeiras nos seus adversarios.

Seja transparente, integro, verdadeiro com seu Cliente!
Pois o seu cliente é seu maior adversario!



domingo, 29 de novembro de 2009

A RESPONSABILIDADE DA MÍDIA.

Durante alguns meses a gripe suína estava em todos os lugares, soprada pela mídia. Só para comparar com dois nomes que rodam bastante por aí: No Google, há pouco, havia 104 milhões de resultados para a gripe enquanto Jesus aparecia com 189 milhões, sendo que este conta com alguns mil anos de vantagem sobre a tal gripe. A coca-cola aparece com míseros 43,9 milhões.

A virtude de ter uma mídia global, em que as notícias se espalham mais rapidamente que um vírus, é que isso pode ser usado para alertar a população e cobrar do poder público medidas preventivas.

Mas ao mesmo tempo, sabemos o que acontece quando um tema com potencial explosivo cai nas graças da mídia. Não é raro ver a imprensa deixar o fato de lado e ir na direção da audiência desenfreada e a qualquer custo, promovendo o sensacionalismo e ganhando muito com o pânico e a fofoca.

Como o cidadão pode diante disso, filtrar o que é fato e o que não é, se suas fontes de informação podem estar "contaminadas". Além disso, é ingenuidade achar que esse mesmo processo midiático também não influencia a tomada de decisões por parte de governos, que estão aumentando estoques de remédios anti-virais para enfrentar essa suposta pandemia.

Qual vai ser quantidade realmente necessária e quanto vai ser excesso para lucro de industrias farmacêuticas?

Vale lembrar que a aids, lepra, fome, malária e até a gripe normal matam muito mais do que a nova gripe e que pelo poder que a mídia possui deveria ter um pouco mais de responsabilidade quando for expor determinados assunto e pensar mais na população e nao apenas em vender notícia como acontece com uma pequena parcela de jornalistas.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Se a informação sobre a foto não é falsa, a foto é falsa.
A tecnologia dá o poder de criarmos o que quisermos, mas dentro do jornalismo precisamos passar a verdade dos acontecimentos,  a verdade pela a verdade!

A impressão que tenho, sobre o jornalismo moderno não é das melhores, infelizmente.
Parece que o que vale é a versão  e pouco interessa o fato.
Jornais tendenciosos interessados em dar informações vendáveis, mesmo que não sejam totalmente verdadeiras.

Uma agência de fotografia europeia publicou uma foto, de um lançamento de mísseis no Iram, mas os mísseis haviam sido dobrados em um programa de manipulação de imagem, o fotografo queria "valorizar" a foto.
missile-shot-with-red-boxes.jpg

A falta de compromisso dos jornais com a veracidade das informações cria um eterna dúvida sobre cada  informação publicada.
Quantas mudanças na história não aconteceram por falsas informações da midia?

domingo, 22 de novembro de 2009

Lula e a globo

lula_o_filho_do_brasil.jpg


Alem de toda a  divida que a maior emissora de televisao tinha com o presidente da republica, Eles decidiram praticamente apagar o passado negro do presidente durante o seu mandato com o proximo lancamento da Globo Filmes " Lula, o filho do Brasil".  O filme mostra toda a historia sofrida de Lula ate chegar ao poder, mostra tambem Lula como um personagem inocente e honesto, totalmente diferente que ele realmente e. Esse filme pretende apagar todos os erros do presidente como por exemplo o mensalao que foi algo que podeira muito bem ter terminado com impeachment. Mas, o nosso presidente tem as costas largas alem do escandalo do mensalao, que nao deu em nada, o filho o presidente que esta metido em muito rolo tambem nao ganha espaco na midia.  Vava, irmao do presidente e outro que estava envolvido no mensalao, mas poucos sabem disso. Com a historia que e aparentemente veridica, o presidente Lula deve sair do governo com a moral elevada, mostrando ao Brasil que ele e um heroi com a cara do povo e apagando do memoria do povo brasileiro todos os escandalos que envolveram o seu governo. Assim como o slogan do fime diz; voce conhece esse homem, mas nao conhece nem um pouco a sua historia.


sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Assassinatos Virtuais

Desde a morte (real) de Michael Jackson, a internet vem sendo tomada por boatos que relatam a morte de celebridades. A vítima mais recente foi o rapper Kanye West. Segundo uma notícia que se espalhou pelo Twitter, o americano teria morrido num acidente de carro em Los Angeles. A falsa informação, com o título "RIP Kanye West", enfureceu Amber Rose, a namorada do artista. "Este tópico não é divertido e NÃO É VERDADEIRO!", escreveu, com letras maiúsculas que aqui na internet indica ênfase. Não bastou para conter o boato. Pouco tempo depois da mentira ter sido postada, "Kanye West morreu" foi o tema mais procurado na ferramenta de busca Google. Sites de fofocas davam detalhes do acidente. Boa parte dos sites com informações fajutas foi criada por hackers, que introduziram vírus no computador de quem buscava informações sobre a morte do cantor. A agilidade sem precedentes na transmissão de informações que a rede instaurou no mundo tem esse efeito colateral: a mentira também viaja rápido.

Boatos desse tipo intensificaram-se depois da morte (real) do cantor Michael Jackson. Além de Kanye West, a cantora Britney Spears e os atores Jeff Goldblum, Harrison Ford, George Clooney e Natalie Portman estão entre os mortos pela internet. A notícia falsa sobre a morte de Natalie foi especialmente bizarra: ela teria caído do alto de um penhasco na Nova Zelândia.
Nessa onda de bobagens, só o humor salva. Como o de Jeff Goldblum. Convertido pelos noticiários fajutos em morto que anda, ele teve a cara de pau de ler o próprio obituário em um programa de entrevistas.

"This Is It"

No seu frenesi para extrair até o último dinheiro possível do legado de Michael Jackson, os herdeiros de seu espólio (família e a gravadora Sony) abandonaram toda a decência. Lançaram na internet, com estardalhaço uma música supostamente inédita do cantor americano, This Is It, o mesmo título do documentário sobre astro, que teve estréia mundial em 28 de outubro. Só que This Is It não era inédita coisa nenhuma. O título da canção, na verdade é outro: I Never Heard. Trata-se de uma parceria de Jackson com o cantor e compositor canadense Paul Anka. Foi lançada em 1991 no disco de Safire, uma obscura cantora porto-riquenha. Nenhum crédito foi dado a Anka, que tampouco foi consultado sobre a liberação da música. O compositor só não processou a gravadora e os familiares de Jackson porque esses rapidamente lhe prometeram dar o devido crédito e repassar os royalties da canção. Thi Is It estava em meio a uma fita de Jackson, em uma gravadora despojada, apenas com voz e piano. A versão divulgada na internet foi encorpada com teclados e vocais de apoio dos irmãos do cantor.

Trailer do documentário:



This Is It: